QUIMERA

A brisa que passa e sussurra…

Verdades que eu quis ofuscar …

Mais fácil seria lhe ter mesmo ausente…

Melhor ainda, seria não lhe amar…

 

Mas o que fui pra você? Eu me pergunto

E a brisa retorna no meu ouvido a soprar,

Quimera … fantasia, reflexo…

Cenário que ele não ousou sequer se doar.

 

Miragem de um sonho breve que passou

Mal que ele dispensou pelo caminho

Deixada à beira da estrada como natureza morta.

Deixada como nada em desalinho.

 

Enquanto me foi alguém eu lhe fui muito mais, a todo o momento

Mas ao final você tornou-se qual frente fria uma nevasca, azul do próprio gelo glacial

A não se importar com as lágrimas que caiam feito tempestade… torrencial.

Hoje esse passado contristado

De alguém que um dia foi tanto e tão querido

Paira em minha mente sua imagem embotada de um amor ressequido.

 

 

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